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A cambalhota da vergonha...

 Olá olá preciosos "Entas", como estão? Boa, ficamos felizes por sabê-lo. Por esta altura do campeonato, em que já nos conhecemos assim um poucachinho, vamos partilhar convosco um episódio que  me fez  ( a mim, Quarentona n.1) chorar lágrimas de sangue e, em consequência, me  levou assim a  uma serie de pensamentos depressivos em modo catadupa.  A minha filha está naquela fase giríssima em que repete em casa, tudo quanto aprende na escola; ontem foi o dia de reproduzir a aula de ginástica. Toda contente lá sobe ela para cima da cama e pimba, momento cambalhota, eu vou fazer igual e pimba, momento #vergonha,#desespero,#hospitalpartiacervical. Entas, foi uma facada no peito, foi aquela consciencialização... "a minha juventude acabou". É claro que a santa da meia idade já me havia enviado sinais que, como pessoa madura que sou,  optei deliberadamente por ignorar. Ora refiro-me como por exemplo a aproveitar para lavar a cabine de duche enquanto tomo banho (porque isto não há cá tempo a perder), a correr tudo quanto é panfleto de hipermercado para ver qual é aquele que tem o papel higiénico de folha dupla em promoção ( há certas comodidades das quais  já não abdico e, se forem perspicazes já perceberam a importância que por aqui se dá àquele aglomerado de celulose), a pensar em tomar colageneo não por causa da pele mas sim por causa das articulações (porque nesta altura do campeonato, já estou apta para adquirir o cartão vitalício do clube fundado pela D. Rosa em 1902  e que dá pelo nome de, "a minha maleita é pior do que a tua"), etc., etc., etc.. Contudo Pessoas, e não obstante estas imensas pistas que a vida nos vai dando, há um e apenas um momento de luz em que se nos cai a ficha, para mim foi a m*rda da cambalhota. E não se iludam, pois não há cá frases motivacionais que nos valham, não há, não dá, é só aceitar que dói menos. Isto porque tenho a dizer-vos que, ver o misto de dó e preocupação estampados no rosto da minha filha, ao olhar para a sua mãe naquele imbróglio de pernas e roupão, foi só  a coisa mais triste e penosa de que me recordo. O tema dos "quarenta" já havia sido aqui abordado é certo e, julgávamos nós (agora já é novamente um "nós" porque quer queira, quer não, a Rock Star - Quarentona n.2- cá de casa, também já faz parte do pacote) estar bem resolvidas, mas adivinhem?! Não estamos. E por mais que os nossos cérebros tentem encontrar uma escapatória que nos permita levar com alguma dignidade a situação, até ao momento tal não aconteceu. Portanto, é o que temos minha gente. Fim. As Quarentonas.

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